segunda-feira, 2 de julho de 2012

Não posso te olhar?


(...)

Acordei e vi Justin mexendo em meus cabelos.
- Bom dia amor!
- Bom dia princesa!- O que foi?
- É tão bom acordar ao seu lado.
- Vai ser assim daqui pra frente.
- Não.
- Porque não?
- Será assim pelo resto de nossas vidas.
- Ei, porque você estava me olhando?
- Não posso te olhar?
- Claro que pode, mas, não sei...era um olhar diferente.
- Você parece um anjo dormindo, um olhar de alguém apaixonado.
Isso era real? Eu e Justin namorando? Eu tendo ele pra mim, apenas? Era normal? Foi tudo tão rápido, mal pude ver que era amor, eu escondi de mim mesma que o amava. Se ele soubesse que já fui uma belieber...Tá, eu era fascinada por ele, tinha todos os poster, revistas, cds, tudo dele, e eu sempre o apoiava, torcia por ele em premiações, chorava, sorria, sentia orgulho dele. Mas "era", eu prometi a mim mesma que não seria mais fã de ninguém, porque aquilo começou a me fazer mal. Eu chorava toda noite, eu queria o Justin pra mim e não acreditava que conseguiria isso. Mas isso é passado, deixar pra lá, não é mesmo?
- Vamos tomar café?
- Vamos.
Fizemos nossa higiene e antes de descer Justin me beijou. Ele juntou nossos corpos e beijou meu pescoço, minha bochecha, minha boca. As coisas estavam tão perfeitas.
- Justin, o que você quer fazer hoje?
- O que você quiser...
- É sério!
- Eu estou falando super sério.
- Eu também.
- Ta, o que você quer fazer?
- Me mostre a cidade, é uma boa, certo?
A empregada que meu pai contratou, Tereza, já havia posto a mesa, nós tomamos nosso café e saímos de lá.
Justin estava falando e nem percebeu que a porta de vidro estava fechada.
- HAHAHAHAHA, você esta bem amor?
- O que você acha?
- Que...sim?
- Talvez. Elas sempre me pegam, terá vingança.
- Claro, elas fazem isso de propósito.
- Fazem mesmo, Bieber versos Vidro.
- HAHAHAHAHA, eu vou torcer para o...
- Bieber é claro né?
- Claro...que não. Torço pro vidro.
- Como assim?
- Então, machucou?
- Não mude de assunto.
- Não estou mudando, você esta bem?
- Um beijo sara tudo.
Beijei a testa do Justin.
- Não na testa, na boca.
Justin fez biquinho.
- Eu não, você machucou a testa.
- Então ta madame, já sei aonde vou te levar...
- Aonde?
- Por que quer saber?
- Minha vida esta em risco.
- Não confia em mim?
- Confiar? Confio...
- Então vamos.
Justin pegou em minha mão e me guiou a sei lá aonde e fazer sei lá o que.
- Chegamos!

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